quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OS SEUS ERROS JAMAIS O ENCONTRARÃO


Quanto está longe o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões (Salmo 103.12).


Ter encontrado Jesus foi a melhor bênção que poderíamos receber! Agora, nossa consciência pode descansar liberta do remorso, pois nunca encontraremos as nossas transgressões, as quais já foram perdoadas. Uma nova vida de realizações está à disposição de todo aquele que nasce de novo. Então, devemos cumprir o nosso alvo, pois, se o nosso coração não nos condena, temos paz com Deus (1 João 3.21).


Há dois pólos: o Norte e o Sul. Se você se dirigir ao Norte, chegará o momento em que estará caminhando para o Sul. Porém, como não existem os pólos leste nem oeste, quem caminha a leste nunca chegará a oeste.


É assim que Deus faz com as nossas transgressões. Ele as afasta de nós para que nunca as encontremos.


Isso significa que todo pecado confessado e perdoado jamais nos encontrará. Cada passo que dermos com Cristo aumentará a distância que nos separa dos nossos antigos erros. Não há a mínima condição das nossas iniqüidades nos encontrarem de novo.


Agora, tendo paz com Deus e a consciência liberta do remorso e da tristeza pela vida fútil e suja que levávamos, podemos descansar nos braços do Onipotente. A nossa “ficha” foi limpa, e, assim, já não existe mais nenhuma condenação, uma vez que estamos em Cristo Jesus (Romanos 8.1).


O que nos resta é uma vida inteira de grandes realizações não somente neste mundo, mas também no porvir, porque, por toda a eternidade, estaremos ao lado do Senhor para cumprir Sua vontade. Nascer de novo foi tudo de bom que poderia ter acontecido conosco, pois, sem Jesus, estaríamos perdidos. Com Ele, no entanto, seremos para sempre felizes.


É preciso ter o Senhor e Seu propósito como alvos. Sendo perdoados, não temos mais condenação, e nossos pecados jamais nos alcançarão. Por isso, podemos ser o que Ele planejou. Enquanto vivermos aqui na Terra, se formos sábios, deveremos gastar o nosso tempo para fazer o que Lhe é agradável, pois Sua vontade, inquestionavelmente, é o melhor para todos nós. Deixar de realizar o que Ele nos tem ensinado é cometer um grande erro.


Eu oro para que você seja um sucesso. Não é difícil isso acontecer com sua vida. Basta somente crer no que lhe é revelado quando escutar a mensagem ou ler as Escrituras. Tenha certeza de que os planos de Deus para seu viver sempre será melhor do que os seus. Sendo assim, siga e cumpra o que Ele lhe revela, pois, agindo dessa forma, você comerá o melhor desta terra (Isaías 1.19).


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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terça-feira, 29 de setembro de 2009

COMO SER UM CRISTÃO MELHOR


Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem (Provérbios 3.12).


Ser amado pelo Pai celeste é a melhor coisa deste mundo, mas Ele não nos trata de modo irresponsável. Quem teve um bom pai, muitas vezes, foi repreendido e disciplinado. Aqueles que envergonham o Nome do Senhor com suas más ações fazem isso por ainda não estarem, de fato, na família de Deus.


Nem todos podem desfrutar do amor e do carinho do Senhor – somente aqueles que passam pela porta estreita e pelo caminho apertado que leva à família de Deus conseguem isso. Para os que se entregaram a Jesus, o Pai os cria de modo exemplar. Frequentar os cultos, cantar os hinos, entregar o dízimo e as ofertas e, até mesmo, ser obreiro ou ministro do Evangelho não são o mesmo que ser filho de Deus. Infelizmente, com o avanço da obra divina, alguns lugares têm deixado de lado os princípios fundamentais da fé e considerado salvos aqueles que ainda estão no pecado e, em alguns casos, têm ungido pastores que sequer sabem o que é nascer de novo.


Um bom pai não faz toda vontade dos filhos, mas repreende, quando se faz necessário, e também disciplina. Aqueles que fazem “vista grossa” aos erros dos filhos irão surpreender-se com os atos absurdos que esses poderão praticar. Todos os que são aceitos na família divina passam verdadeiramente pelo ensino do grande Mestre, o Santo Espírito, que os leva a perder os costumes errados do passado e lhes ensina a agir como filhos de Deus.


Você conhece um bom cidadão pela educação que ele recebeu em casa. A causa principal da violência, a qual campeia quase que livremente em nosso país, não é a miséria, mas, sim, a falta de temor ao Senhor. Sou oriundo de uma família paupérrima, mas nunca assaltei, trafiquei nem mesmo me deixei usar para destruir um lar.


Creio que os membros da igreja e os obreiros que andam em pecado ainda não se converteram, pois só mesmo quem não provou o amor divino será capaz de envergonhar o Nome de Jesus. Aquele que está na família de Deus não se deixa levar pelo inimigo, mas luta com todas as forças para honrar o bom Nome do Senhor.


Se estiver sendo repreendido, não se chateie. Ao contrário, ore para que o Altíssimo o discipline a tal ponto que você venha a se tornar o prazer de Deus no meio desta geração corrompida e perdida. Ele, muitas vezes, usa os irmãos e, até mesmo, os perdidos para nos dar lições que nos farão melhores cristãos. Contudo, ainda assim, nunca se insurja contra as repreensões do Pai.


Que Ele sempre nos repreenda, para que, assim, possamos dar-Lhe alegrias!


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

EVITE ESTES TRÊS MALES


Cruel é o furor e a impetuosa ira, mas quem parará perante a inveja? (Provérbios 27.4).


Há muitas coisas indevidas que o homem faz. Por exemplo, ninguém deveria ingerir uma gota de álcool, mas muitos se embriagam. As drogas nem deveriam ser experimentadas, porém, uma multidão faz uso delas. No entanto, se todos pautassem a vida nas recomendações divinas, os problemas da humanidade estariam resolvidos.


Quem adultera faz mal a si e à pessoa com quem errou, bem como aos cônjuges traídos, à família de ambos e, principalmente, ao Senhor. Mas, infelizmente, há quem, agora mesmo, esteja deixando o diabo tramar-lhe um caso. O pior é que, muitas vezes, esse alguém acha que Deus entende como ele sofre e quer vê-lo feliz nos braços de outra pessoa, “justificando” o injustificável e tornando Deus seu cúmplice. Além dessas tristes atitudes, o furor, a ira e a inveja nunca deveriam ser aceitos ou tolerados no coração.


Furor é uma ira violenta, cruel, quase sem controle. A pessoa possuída por esse sentimento age sem piedade, sendo capaz de cometer grandes atrocidades. Ele pode ser entendido como uma paixão sem limites para exercer alguma vingança. Saul, por exemplo, ficou furioso contra Davi pelo fato de o jovem ter sido escolhido pelo Senhor e, então, procurou matá-lo de todos os modos. O triste fim de Saul mostra que o furor é cruel até para quem está cheio dele (1 Crônicas 10.1-7).


A ira é impetuosa e pode ser definida como o ressentimento que vem com um desejo de vingança. Isso significa que a pessoa que a deixa entrar no coração pode ter momentos de descontrole e, tomada por um impulso violento, fazer coisas terríveis, das quais se arrependerá depois. Quantas vezes a televisão mostra pessoas que cometeram crimes, até homicídios, mas se dizem arrependidas e confessam que não sabem por que praticaram tais barbaridades! Fuja da ira, pois, em um ímpeto, você poderá arruinar a vida de alguém, bem como a sua própria.


Já a inveja é uma mistura de desgosto e apreciação pelo sucesso de alguém. Quem a abriga, ao ver uma pessoa prosperando, lança-se no mesmo ramo para conseguir a sua prosperidade. O invejoso é capaz de trair o melhor amigo, pois descobriu, por exemplo, que a mulher deste é a pessoa ideal para ser a sua metade, que o carro dele é o que ele gostaria de ter etc.


Só os loucos não se livram da inveja e param diante dela para cumprir os seus desejos. Então, leve a sério essas advertências e não deixe ninguém seduzi-lo com essas coisas, nem mesmo seu cônjuge. Talvez, ele esteja enfermo na alma, possuído pelo espírito do erro. Se você não quiser ter problemas por toda a eternidade, seja sóbrio e responsável (Salmo 34.12-14).


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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domingo, 27 de setembro de 2009

CONFIAR É A MELHOR ATITUDE


E creu ele no SENHOR, e foi-lhe imputado isto por justiça (Gênesis 15.6).


O que de mais importante podemos fazer é crer em Deus. Muita coisa está implícita no ato de crer, como a declaração de que somos amigos de Deus – e um verdadeiro amigo confia no outro (Tiago 2.23). Mesmo sendo amigos, nós nos colocamos como servos do Senhor, porque aceitamos Sua Palavra como soberana. Por confiarmos no Altíssimo, estamos dizendo ao diabo que ele é mentiroso, e Deus, verdadeiro.


Por outro lado, quando não cremos no que o Pai nos fala, não só estamos fazendo uma obra má, mas também dizendo que Satanás está certo e que o Senhor, nem sempre, tem razão. O ato de crer no que o Todo-Poderoso nos fala é mais sério do que pensamos.


O que o nosso Deus nos diz constitui-se em um mandamento e sempre será um desafio, pois é algo novo para nós. Deixar de crer no que Ele nos declara é como afirmar que não confiamos nEle, o que é gravíssimo. Se confessarmos explícita ou implicitamente que não confiamos no Senhor, quando precisarmos dEle, não O teremos como nossa fortaleza e nosso socorro bem presente na tribulação (Salmo 46.1; Isaías 59.1,2).


Por outro lado, quem confia em Deus sempre será bem-sucedido. Ele, como verdadeiro Pai, só tem o melhor para os Seus e jamais colocaria algum deles em uma situação difícil ou ruim. Quem aceita a vontade divina prova o Seu melhor. Entretanto, a recíproca é verdadeira: quem se recusa a dar ouvidos a Ele deixa o inimigo levá-lo a experimentar o pior que existe. Não queira, nem mesmo em pensamento, deixar de crer no Senhor.


Há quatro mil anos, Abraão resolveu depositar sua confiança no Senhor. Era uma situação desafiadora deixar a sua terra e partir para um lugar que lhe seria mostrado depois. Ele andou como peregrino aqui na terra e nunca encontrou a cidade, cujo artífice e construtor fosse o próprio Deus. No entanto, sempre O teve ao seu lado e, hoje, na Glória, desfruta das delícias celestiais. Se tivesse optado por não considerar a chamada divina, como estaria ele?


Em qualquer situação, creia na Palavra do Senhor. Seja obediente em tudo, e você O terá como o seu Deus, Amigo dos seus amigos e Inimigo dos seus inimigos. Ele jamais irá abandoná-lo. Quando se fizer necessário, pode confiar, pois Ele estará bem pertinho para ajudá-lo.


Agora mesmo confie no Pai celeste. Creia no que você tem aprendido nas Escrituras. O que Ele lhe tem falado é da vontade dEle. Quem crer na Palavra desfrutará do melhor desta terra (Isaías 1.19). Seja você também um desfrutador desse melhor.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

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sábado, 26 de setembro de 2009

NÃO DEIXE A PALAVRA FICAR INFRUTÍFERA


Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas, e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera (Marcos 4.19).


Como há pessoas que se deixam enganar e tornam-se infrutíferas! Ainda hoje, mesmo após aproximadamente dois mil anos, a advertência do Senhor Jesus não tem sido levada a sério, e, por isso, muitas pessoas perdem o melhor de Deus. Elas ficam encantadas com os enganos das riquezas e deixam-se encher com os cuidados deste mundo e da ambição. Por isso, fica infrutífera a Palavra que foi destinada para produzir nelas e por elas o que Ela mesma anuncia.


Preste atenção ao que se passa com aqueles que não conhecem o Senhor Jesus, os quais podem ser divididos nos seguintes grupos: o primeiro é composto por quem dá cuidados a este mundo; o segundo, por aqueles que se fascinam com as riquezas; o terceiro, pelos que se dão à ambição de conseguir poder, reconhecimento e outras realizações.


Mesmo entre os servos do Senhor, há aqueles que se apegam ao engano e sufocam a Palavra, a qual Se torna infrutífera. Parece que nem todos aprenderam a lição. Ainda que o ensinamento do Mestre tenha sido transmitido há tanto tempo, existem pessoas que continuam cegas, lutando para ajuntar ou desfrutar mais, e, como resultado, perdem o melhor de Deus.


Os cuidados com as coisas deste mundo estão dominando muitos filhos do Senhor. Até parece que não aprenderam que não são do mundo e, portanto, não devem amar as coisas que, no mundo, existem (1 João 2.15). As riquezas fascinam, e não são poucos os que se oferecem para serem servos de Mamom. Há irmãos nossos que são possuídos pela ambição de serem políticos, milionários, famosos. Isso é laço do inimigo.


Quando o Senhor nos chamou para sermos membros da Sua família, Ele tinha um plano para nossa vida, o qual foi revelado na primeira vez que ouvimos o Evangelho e continua revelando-se cada vez que damos ouvidos à Palavra. A revelação nos é enviada com o propósito de que ela produza em nós a vontade divina.


Somos responsáveis se a Palavra ficar infrutífera. Há quem diga que, se algo não aconteceu, foi porque o Senhor não o quis, mas isso não é verdade. As atenções que damos às tentações impedem que o Pai cumpra o que nos falou.


Tire os tropeços que aparecerem em seu caminho, pois eles impedem a operação do Senhor. Deus quer realizar-Se em nós, e não devemos permitir que coisa alguma impeça o Pai de operar por nosso intermédio.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Glorificando o Senhor: TUDO DEVE VIR DE DEUS


Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei e observá-la-ei de todo o coração (Salmo 119.34).


O salmista revelou, nesse versículo, algo muito importante. O homem, de si e por si mesmo, não tem condições de viver na Verdade. Precisamos do Senhor em tudo o que fazemos. Até para guardar e observar a Palavra, é necessário ter o entendimento divino. Quem não pede essa sabedoria faz a obra do homem e não a de Deus.


Todas as vezes que lemos a Palavra ou escutamos a pregação sobre Ela, necessitamos da ajuda do Santo Espírito para entendê-lA. A Bíblia é um livro espiritual, apesar de conter fatos históricos e lições humanas, e foi escrita para ser usada pelo Senhor para a nossa edificação. Sem a intervenção divina, trata-se apenas de uma obra interessante.


De si e por si mesmo, o ser humano não tem condição de aprender os caminhos divinos e usufruir o que está escrito no Livro Santo. No entanto, se for ensinado pelo Mestre, a Palavra de Deus passa a ser um livro vivo que contém as mais lindas lições. Então, por que não pedir a ajuda do Senhor para entender a Palavra? Jesus, falando a respeito do ministério do Espírito Santo, disse que, dentre as variedades de ações que foram dadas a Ele, uma delas é a de nos ensinar todas as coisas e nos fazer lembrar o que Deus tem dito. Você já pediu isso ao Senhor? Quem já o fez e continua aos pés dEle, certamente, tem-se tornado sábio.


Ninguém conseguirá guardar a Lei de Deus, cumprir os mandamentos e desfrutar a vida no mais alto nível, se não tiver a assistência divina. Os assuntos espirituais se discernem espiritualmente (1 Coríntios 2.14) – com a ajuda do Senhor e não pela mente bem treinada intelectualmente. O entendimento que recebemos do Pai celeste faz a diferença.


Talvez, uma pessoa esteja bem intencionada, mas sem o entendimento que vem dos Céus, jamais fará verdadeiramente a obra do Altíssimo. A obra do homem só traz confusão e aborrecimento e, por mais perfeita que seja, nem para os assuntos desta vida ela trará algum benefício permanente.


Tudo o que provém da mente humana não tem valor no mundo espiritual. Somente com a ajuda do Senhor, o homem poderá fazer algo que perdurará para sempre. O que é nascido da carne para nada presta.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

PREPARE-SE PARA ENCONTRAR O SENHOR


Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus (Amós 4.12).


Israel possuía um lugar especial no coração de Deus, pois era símbolo da Igreja de Jesus. O Senhor explicou exatamente o que faria para Seus servos e, para isso, eles deveriam preparar-se para encontrá-lO. Quem tenta servir ao Senhor de qualquer maneira descobrirá que não O tem operando em sua vida. O Todo-Poderoso quer que O encontremos preparados, e isso só ocorre quando nosso coração se dobra diante da Palavra e em oração.


Não foi Israel quem decidiu ser o povo do Senhor. Também não fomos nós que resolvemos ser o povo especial de Deus, mas Ele assim nos fez. Os israelitas possuíam uma posição privilegiada, tinham um lugar especial no coração do Altíssimo, e o mesmo acontece conosco. Assim como o Senhor possuía planos para aquela nação, Ele também os tem para nós. Por isso, deixar de pertencer à família divina é a maior estupidez que alguém pode cometer. Fomos eleitos em Jesus e, para todo o sempre, poderemos estar com Ele. Cristo é o Cabeça da Sua Igreja, e nós somos os membros desse abençoado Corpo (Colossenses 1.18). Nas Escrituras, o Senhor foi claro o bastante para falar o que fará com aqueles que Lhe pertencem.


Os israelitas deveriam preparar-se para ter um encontro com o Senhor, mas não o fizeram. A maior tragédia da nação judaica foi não ter reconhecido que Jesus era o Deus que havia feito a Aliança com Abraão e, portanto, estava ali para cumprir todas as promessas. Ele poderia ter dado àquele povo a solução para os problemas. Será que nós entendemos quem é Jesus; que Ele é Aquele que garantiu a Nova Aliança feita com Seu sangue? Ele é tudo de que precisamos!


Na Bíblia, está registrado um meio de servir ao Senhor: com Cristo, em todas as situações, seremos mais que vencedores (Romanos 8.37). Tentar servir-Lhe de outro modo ou pela própria força, como fazem os religiosos, é pura perda de tempo. Devemos aprender as normas estabelecidas em Sua Palavra e segui-las. Se assim fizermos, seremos recompensados.


A preparação não é do homem nem surge em seu espírito. Ela é revelada ao coração pelo Espírito Santo por meio da Palavra de Deus. Ouvindo-A, aprendemos a discernir o que é nosso e a tomar posse. Orando, assumimos o nosso lugar em Cristo e colocamos o poder de Deus agindo em nosso favor.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

MÃOS LIMPAS NA OBRA DE DEUS


Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência (1 Tessalonicenses 2.3).


O que há de mais importante em nossa caminhada com Deus é a sinceridade com que devemos viver qualquer situação. Não estamos em uma competição humana, mas, sim, em uma guerra espiritual, na qual as forças divinas estão sendo usadas à medida que cremos na Palavra e ocupamos o nosso lugar em Cristo. De modo algum, devemos usar subterfúgios ou meios escusos para fazer a vontade do Senhor. Ele é santo, e nós devemos ser santos também.


Sabendo que o Senhor Deus é santo, temos a obrigação de sê-lo também (1 Pedro 1.16). Quem não é sincero faz um desserviço ao Evangelho. Aquela idéia de que os fins justificam os meios não serve para a obra divina. Do início ao fim, ela deve ser feita com mãos limpas. Em hipótese alguma, podemos aceitar as sugestões do mestre do engano e agir fora da Palavra. Se não temos resposta para determinados questionamentos nem condições de suprir alguma necessidade, o certo é dizermos: “Não sei, não posso e não tenho recursos para isso”.


Que fique bem claro: a nossa luta não é religiosa. Não podemos apoiar esta ou aquela religião contra qualquer outra. A nossa batalha é espiritual contra as forças infernais nos lugares celestiais e também contra a ignorância espiritual que cegou o entendimento dos incrédulos. Quando pregamos a Palavra, ou oramos em Nome do Senhor Jesus, colocamos o poder de Deus em ação. O que o Senhor mais deseja é que ocupemos o nosso lugar em Cristo e, de lá, jamais saiamos.


Todos sabem que o inferno tenta levar os filhos do Altíssimo para a prostituição, o adultério, a desonestidade e outras práticas pecaminosas. Contudo, tenho visto que um dos grandes truques do inimigo é fazer os salvos saírem do Caminho e procurarem atalhos – meios que os façam granjear fama, uma vida farta e, por incrível que pareça, ter mais sucesso na obra de Deus do que aqueles servos do Senhor apontados nas Escrituras. Isso é loucura completa e total. Mas, infelizmente, muita gente de Deus tem-se entregado à cobiça, experimentado dores e acumulado outras para o futuro.


Paulo declarou que não usou subterfúgios ou modos escusos para exortar os tessalonicenses cristãos. Assim como o apóstolo, não podemos utilizar o engano nem a imundícia, tampouco qualquer coisa fraudulenta. Em todo o tempo, as nossas mãos devem ser limpas, pois estamos servindo Àquele que é a Verdade, a quem muitos deveriam servir.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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terça-feira, 22 de setembro de 2009

SE O SENHOR SE RETIRAR


Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Eu retiro-me, e buscar-me-eis e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou não podeis vós ir (João 8.21).


Depois de Se declarar Filho de Deus e não ser aceito pelos judeus, Jesus os advertiu de que Se retiraria. Quando temos o entendimento de quem é o Mestre, do que Ele pode fazer por nós e de Sua plena vontade, mas, mesmo assim, não O aceitamos, Ele Se retira. Não adianta procurá-lO, pois o lugar onde Ele Se refugia é inacessível ao homem. Sem Jesus, a pessoa morre em seus pecados. É impossível ir aonde o Senhor Se encontra.


Os judeus dos dias de Jesus ouviram da boca do Mestre que Ele era o Filho de Deus. O Senhor disse até que o Pai testificava dEle. No entanto, eles estavam tão apegados à religião, que não abriram o coração para a revelação da Palavra. Jesus, então, disse que, se continuasse daquela maneira, iria afastar-Se.


Quão triste é quando o Senhor Se retira. Se isso acontecer, a voz que martela na consciência quando erramos deixará de nos advertir, os nossos ouvidos espirituais já não receberão o som da boca de Deus, os nossos olhos do coração não verão mais o caminho a seguir e ficaremos desnorteados. As experiências que tínhamos quando ouvíamos a pregação desaparecem, e passamos a nos ocupar com assuntos materiais em meio a todo tipo de embaraço criado pelo inimigo.


As pessoas de quem o Senhor Se retira procuram a verdade na ciência, mas não a encontram; nas religiões, porém, lá, ela também não está; no dinheiro, mas descobrem que ele não traz felicidade; no pecado, mas só conseguem remorso. Quem é abandonado pelo Senhor vive no mais miserável estado que o homem pode conhecer.


A pessoa que não tem Jesus em seu viver é escrava do inimigo, o qual a dirige para onde deseja. Algumas caem na prostituição, na desonestidade, nos vícios, em caminhos tortuosos e práticas delituosas. Outras, sem o Senhor como cabeça de sua vida, experimentam muitos sofrimentos. Muitas estão colecionando cirurgias, acidentes, casamentos, falências etc. Verdadeiramente, aquelas que não têm Jesus não vivem – morrem em seus pecados.


O cientista pode esforçar-se para encontrar a paz no tubo de ensaio, mas não a conseguirá. Os estadistas não a encontrarão nos tratados, nem os militares, nas guerras. Sem o Filho de Deus, não há paz nem sucesso. Por mais que se esforce o homem, ele não chegará ao lugar onde está o Senhor.


En Cristo, con amor,


R. R. Soares


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

GRAVE ESTAS PALAVRAS


E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos (Deuteronômio 6.6-8).


Todas as palavras que o Pai nos transmite constituem-se em mandamentos, por isso, precisam ser guardadas em nosso coração e incutidas em nossos filhos. Delas devemos falar por meio de ações espirituais, quando estivermos assentados em nossa casa, ao nos deitarmos ou levantarmos. Elas têm de estar gravadas em nossa mão e nossa testa.


Deus não abre nossos olhos por acaso. Tudo o que Ele nos faz ver nas Escrituras tem um propósito e se torna mandamento. Ao nos revelar o que foi escrito, o Senhor conclui Sua parte em determinado assunto e, a partir de então, isso se torna nossa responsabilidade.


O lugar de guardar as palavras de Deus é o coração (Salmo 119.11), e não a mente. Após termos aprendido a vontade divina, nossas decisões precisam ser sobre o que nos foi ministrado. Qualquer atitude que tomamos fora do que nos foi ensinado é pecado.


O chefe de família, por exemplo, não pode desligar-se do mandamento celestial. Ele deve intimar seus filhos a se submeterem ao que diz o Senhor (Provérbio 22.6). Deixá-los agir da maneira que acham correto é sinal de insubmissão a Deus e traz condenação e sofrimento. É necessário, primeiro, assentar-se como o cabeça da casa. Todos os demais familiares devem respeitá-lo e obedecer a ele como tal. Em seu lar, deve haver um tempo em que todos se reúnam e o chefe abra seus lábios e destile a sabedoria divina.


Quando cumprimos o que a Palavra de Deus nos orienta, andamos no caminho. Então, não podemos deixar de discorrer sobre o que nos foi dito. Se estivermos orando pela cura de uma doença, a solução de um problema ou a concessão de uma vitória, será de suma importância falarmos acerca da revelação, para evitar que o inimigo entre na mente de algum familiar e faça com que este esfrie na fé ou fique aborrecido com a atitude de alguém. O adversário sempre joga sujo, e, na batalha por qualquer bênção, estamos frente a frente com ele.


Nunca deixe de falar a respeito daquilo que o Senhor lhe ministrou. Faça isso tanto ao deitar (entregar o caso ao Senhor) como ao levantar (ficar atento). Também não se esqueça da revelação quando iniciar um processo de oração. Ter as palavras do Pai gravadas em sua mão ou testa é o segredo que faz qualquer um ser vitorioso.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares



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domingo, 20 de setembro de 2009

COM O ENTENDIMENTO, CORRA!


Correrei pelo caminho dos teus mandamentos, quando dilatares o meu coração (Salmo 119.32).


O sinal para tomar posse da bênção é o entendimento que dilata – alegra – o nosso coração. Após ter recebido do Senhor o sinal, quem for sábio deve correr. A nossa corrida é pelo caminho dos mandamentos de Deus. Agir sem luz é caminhar na escuridão, em terreno cheio de obstáculos e buracos. Todos aqueles que obedecerem à orientação divina verão a glória do Altíssimo sobre sua vida.


Podemos desejar ser usados por Deus e possuir tudo o que nos é dado gratuitamente no Amado, porém, temos de esperar pelo Seu sinal. Quando nosso coração se dilata, em outras palavras, quando entendemos o que Ele nos proporciona e o que fazer para tomar posse daquilo, é hora de assumirmos uma posição e fazermos a oração da fé. Enquanto a “luz verde” não nos é acesa, devemos ficar aos pés do Senhor, orando e meditando em Sua Palavra.


Após o entendimento, quem fica andando perde muito; é preciso correr pelo caminho dos mandamentos. Aquele que tem sabedoria sabe que o Senhor não Se engana nem sonega bênção a quem O procura. Ao receber a luz – a confirmação –, ele se põe a correr e não pára até ver a obra realizada.


A corrida não é incerta, por isso, a pessoa deve apressar-se pelo caminho dos mandamentos do Senhor. Quem assim o faz não somente agrada a Deus, mas coloca o poder divino operando em seu favor. Mas qual é o caminho? É a observância dos preceitos, das normas, do “faça assim e não de outro modo”. É cumprir o que o Pai determinou para todos os que são dEle. O caminho de Deus é perfeito e não acrescenta dores (Provérbio 10.22).


Quem age sem luz caminha na escuridão. Deus não Se encontra nas trevas, mas o inimigo está nelas. Andar na escuridão é aventurar-se em um terreno cheio de obstáculos, abismos, o qual nunca levará ao lugar proposto pelo Senhor, porque a pessoa não verá o Alvo – Jesus.


O segredo é observar a orientação dos Céus. Deus jamais nos guiará por caminhos que não nos levem ao sucesso. Quem faz o que aprende ao ler a Palavra ou ao ouvir a pregação bíblica verá que é assim que o Senhor guia os Seus.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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sábado, 19 de setembro de 2009

DE ACORDO COM AS ESCRITURAS


Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e de Belém, da aldeia de onde era Davi? (João 7.42).


Os judeus tinham bastante informação sobre a vontade de Deus, mas, para eles, não era suficiente. Após Jesus ter falado a respeito do Espírito Santo, muitos creram que Ele era o Profeta; outros, que era o Cristo, e alguns ficaram em dúvida, porque haviam aprendido que Ele viria da cidade de Belém de Judá, da descendência de Davi, e não da Galiléia (João 7.39-42). Hoje, há indivíduos que conhecem parte da Escritura Sagrada, apegam-se ao que aprenderam, mas não abrem o coração para que o Espírito de Deus lhes revele tudo o que está escrito; dessa maneira, perdem as operações divinas.


É triste ver pessoas – que fariam tudo para seguir o Senhor, até mesmo grandes sacrifícios – ficarem perdidas em pontos teológicos insignificantes, os quais elas nem sabem quem os criou. Por causa disso, evitam determinados alimentos, prazeres permitidos, sacrificam-se em troca de nada, guardam dias como especiais ou santos, fazem longas orações e cumprem rituais, quando, para agradar a Deus, basta somente crer.


Ninguém precisa dispor de bens para o Pai operar, a menos que Ele tenha, pessoalmente, convencido a pessoa a fazer, por exemplo, uma doação para a igreja ou para os pobres. Não é necessário abster-se de alimentos, por achar que alguns são proibidos. Basta ler, no livro de Atos, os capítulos 10 e 15, e constatar o que do Antigo Testamento nos foi deixado para praticar. Os médicos, sim, podem prescrever abstinências de algumas comidas se o paciente estiver com alguma sensibilidade ou alergia a certos alimentos. Mas, por motivos de fé, a Palavra já mostrou, na decisão dos apóstolos, que tudo é puro.


As Escrituras não erram, e nisto os judeus dos dias de Jesus estavam certos: o Cristo haveria de vir de Belém, cidade de Davi, da sua descendência, e não da Galiléia. No entanto, Jesus era chamado de galileu por ter sido criado na Galiléia. Se eles tivessem investigado um pouco mais, teriam recebido a bênção de ter crido que Jesus era o Cristo.


A Palavra de Deus só faz bem. Quanto mais você entendê-lA, melhor viverá. Uma vez que Ela se discerne espiritualmente, é necessário lê-lA todos os dias e estar sempre presente na igreja para ouvir a pregação bíblica. É nesses momentos que o Senhor fala e opera.


Todas as vezes que participamos do culto, ou lemos a Bíblia, estamos tendo uma reunião executiva com o Senhor. Ao chegarmos diante dEle, não devemos ter reservas nem idéias preconcebidas. Ter o coração aberto faz bem, pois, assim, Deus pode revelar Sua vontade.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

DÊ ATENÇÃO AO QUE LHE É MOSTRADO


As palavras de Amós, que estava entre os pastores de Tecoa, o que ele viu a respeito de Israel, nos dias de Uzias, rei de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel, dois anos antes do terremoto (Amós 1.1).


Amós se portou como um verdadeiro profeta antes do terremoto. O que lhe foi mostrado ele revelou não só aos filhos de Israel, mas também a todas as nações em volta dos israelitas. Tais povos faziam o que o diabo gosta, e, por isso, o Senhor não poderia guardá-los da destruição iminente. Esta mensagem permanece atual e serve para nossa geração. Quem tem juízo que se afaste do adultério, da mentira e de tudo o que é do inimigo.


Se todo servo de Deus revelasse o que lhe é mostrado, vidas poderiam ser salvas, e prejuízos, evitados. Porém, se ele der o recado e as pessoas não o levarem a sério, a responsabilidade será delas. Lendo o primeiro capítulo do livro de Amós e parte do segundo, vemos que ele foi claro até demais sobre o terremoto que estava chegando. Dois anos depois, aqueles povos viram a confirmação da mensagem dos Céus. Penso que, se eles tivessem atendido à exortação, Deus poderia ter evitado aquele fenômeno da natureza. Para mim, quando o Senhor nos revela algo que está a caminho, Ele está orientando-nos a buscá-lO para que aquilo seja evitado.


A mensagem de Amós é atual. Deus estava indignado até com a justiça da época, que, como hoje, solta um ladrão o qual rouba milhões e prende um infeliz que subtraiu uma sandália. As nossas mãos andam sujas de todo tipo de corrupção, mas nada fica oculto aos olhos de Deus (Pv 15.3). Nossas atitudes fecham os ouvidos do Senhor e O impedem de agir em nosso favor. Desse modo, passamos por sérias provações. Na catástrofe avisada pelo profeta, muita gente deve ter perdido a vida, porque, simplesmente, não quis ouvir.


Todo pecado faz com que o rosto de Deus se vire para longe de nós e Ele não ouça as nossas petições (Sl 66.18, 1 Pe 3.12). A melhor coisa é afastar-nos das iniqüidades, seja adultério, mentira ou qualquer outra. Hoje, estão soltos muitos ladrões que roubam quantias astronômicas com uma “canetada”, enquanto as cadeias estão cheias de “ladrões de galinhas”, a exemplo daquela mãe que furtou um pote de manteiga e ficou presa por mais de três anos em uma penitenciária em São Paulo.


O Senhor fica indignado com a conduta de Seus filhos. O melhor é ouvir o conselho dEle e não sair de Sua presença. Tudo está nu e patente aos olhos dAquele com quem temos de tratar.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

SAIBA QUE TEM A VIDA ETERNA


Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de Deus (1 João 5.13).


O apóstolo João afirmou que havia feito seus escritos por ordem do Espírito Santo, com dois propósitos: para que as pessoas soubessem que tinham a vida eterna e cressem no Nome do Filho de Deus. Estes são dois segredos que todos precisam descobrir. Nós não receberemos a vida eterna ao morrermos, ou no Juízo Final. Ela nos é concedida no momento em que aceitamos Jesus como o Salvador. Todos existirão eternamente, uns no Céu, com o Senhor, e outros no inferno, atormentados dia e noite, com o diabo, o falso profeta, a besta e todos os demônios (Apocalipse 20.10-15).


Quem aceita Jesus como seu Salvador e Senhor e aprende a ser possuidor da vida eterna não deixa que o adversário o engane mais. A vida de Deus, a qual é eterna, passou a habitar naquele que recebeu Jesus e fez dele um vencedor. Ao enfrentar qualquer luta, o cristão não treme nem se desespera, mas ora, determina, expulsa o mal e confia no fato de que sua palavra dada em Nome de Jesus operará da mesma forma que a do Mestre.


É de suma importância a pessoa saber que já possui a vida eterna e não é um simples e mísero pecador salvo pela graça. Ela é tudo em Cristo: uma nova criatura, um embaixador dos Céus, herdeiro de Deus, co-herdeiro com Jesus, membro do Corpo de Cristo e ministro da Nova Aliança (2 Coríntios 3.6; 5.17; 20; Romanos 8.17).


João também disse como é importante crer no Nome do Filho de Deus. Aqui está a chave. Este Nome na sua boca opera do mesmo modo que operava na boca de Jesus. A sua ordem, dada nesse Nome, tem o mesmo poder da ordem que Pedro, junto com João, deu àquele paralítico na porta chamada Formosa (Atos 3). Ele ainda hoje faz a fé em Seu Nome dar saúde perfeita a quem nEle acreditar. O Nome de Jesus endireita os caminhos, desfaz as obras do inimigo, abre portas e dá paz e segurança (Atos 4.12).


Você não crescerá na fé, enquanto não descobrir o que significa ter a vida eterna agora e o que o Nome de Jesus pode fazer por você. João disse que essa foi a razão que o levou a escrever o recado divino. Esse é o motivo de você estar lendo esta mensagem hoje, a qual lhe foi enviada para torná-lo um vencedor, uma bênção para a igreja e a sociedade. Deus quer realizar-Se em seu triunfo. Por isso, afaste-se de qualquer coisa pecaminosa, beba só da sua cisterna e faça o que o Senhor determinou em Sua Palavra (Provérbio 5.15-21).


A vitória é sua, porém, você tem de fazê-la acontecer. Não meça o inimigo pelo tamanho dele nem pela ameaça que lhe faz, mas, sim, pelo poder que o Senhor colocou em suas mãos. Nenhuma arma preparada contra a sua vida prosperará, se você estiver firme na Palavra de Deus (Isaías 54.17). Seja a bênção que o Pai planejou que você fosse.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

OS FILHOS DOS PODEROSOS


Dai ao SENHOR, ó filhos dos poderosos, dai ao SENHOR glória e força (Salmo 29.1).


É inegável que muitos se tenham tornado poderosos. Alguns nas finanças, outros nos esportes, na política, dentre outras áreas. Os filhos dessas pessoas podem orgulhar-se delas, porém, não devem dar-lhes o louvor pelo que conquistaram, mas, sim, ao Senhor. Só Deus é digno de receber a glória por qualquer realização. A Ele deve também ser dada a força.


Em todo o mundo, vemos aqueles que se sobressaem em diferentes âmbitos da vida e adquirem poder, o que é bastante salutar. Afinal, o que seria da humanidade se não existisse gente com espírito empresarial como vemos hoje? Quem daria emprego a tantos que precisam sobreviver? Quem produziria produtos a preços módicos? Quanto custaria um carro, se fosse feito por apenas uma pessoa ou em uma oficina familiar?


Sem dúvida, esses poderosos fazem um grande bem para a humanidade e se encontram em todos os segmentos da sociedade. Alguns se destacam na área econômica e conseguem formar bancos que financiam diferentes atividades. Outros, nos esportes, fazem toda a nação vibrar com a capacidade deles. Existem também aqueles que se destacam nas artes, na política e na fé. Nessa, então, da qual fazemos parte, podemos louvar o Senhor por todos aqueles que nos fazem ficar boquiabertos com o poder de suas mensagens e a realização de sua fé.


Eu me considero filho de muitos pregadores: daquele que me levou a Cristo; de outros que foram usados por Deus para me edificar no Caminho; do missionário Cecílio Carvalho Fernandes, que me consagrou ao ministério, e do Dr. T. L. Osborn, o qual foi usado pelo Senhor em seu livro Curai enfermos e expulsai demônios, a fim de me fazer desistir do sonho de ser médico para tornar-me pregador do Evangelho.


Posso dizer que tenho orgulho por eles terem passado pela minha vida. Quem eu seria sem as orações, lágrimas, mensagens e o modo de viver desses santos homens de Deus (e de algumas mulheres também), os quais foram instrumentos do Pai para me fazer ser o que sou? Contudo, não devo dar a essas pessoas o louvor, mas, sim, ao Senhor, que as usou para me ajudar a chegar aonde cheguei.


Não há quem possa receber o louvor pelo que foi orientado a fazer. Toda a glória deve ser dada a quem realmente merece – o Senhor.


Também a Ele devo a capacidade de externar estes ensinamentos. Vieram dEle e só Ele pode receber a glória. Utilizar o que Ele deu para promoção própria, aplausos pessoais e demais vantagens é errar completamente.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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terça-feira, 15 de setembro de 2009

QUANDO PODEMOS PEDIR


Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra (João 16.24).


Nesse versículo, o Senhor nos revela que Sua vontade não é que Seu povo se frustre, mas, sim, que a alegria a qual lhe foi dada se cumpra. É importantíssimo falar sobre tudo para Deus, porém, as maiores batalhas são vencidas quando cremos naquilo que Ele nos mostra nas Escrituras. Jesus afirmou que, até aquele momento, os discípulos não haviam pedido nada em Nome dEle. O que isso quer dizer? Será que nunca haviam usado o Nome do Senhor para suplicar o favor divino? Quantas vezes você mesmo orou em Nome de Jesus e não foi atendido? No entanto, quem seguir a orientação dEle e pedir de acordo com o que está escrito e é ensinado receberá.


Certa vez, quando eu era criança, um tio visitou Muniz Freire, a cidade onde eu morava. Ele me disse que, no Rio de Janeiro, havia um carrinho movido a motor, que desenvolvia uma pequena velocidade. Fiquei entusiasmado com a notícia e extremamente feliz quando ele me garantiu que me presentearia com um deles. Em minha pequena mente, passei a imaginar como seria bom poder andar pela cidade com aquele carro e ir à casa do meu avô, a qual ficava a um quilômetro da localidade. Eu vivi aquele momento. No entanto, pelo fato de meu tio nunca ter comprado para mim aquele carrinho nem dado explicações a respeito, entristeci-me e passei maus momentos por causa daquela promessa não-cumprida.


O Senhor não quer que Seu povo fique frustrado. A alegria que Ele nos proporciona é o sinal de que podemos tomar posse das bênçãos. Porém, a felicidade que inundou o meu coraçãozinho ao ouvir a promessa daquele meu parente se frustrou. Ela teria sido completa se, realmente, o tal veículo fosse enviado para minha casa ou se meu tio o trouxesse pessoalmente. Algumas vezes, voltou à minha cidade, e, em uma delas, cobrei-lhe a promessa, mas ele deu alguma desculpa. Até então, ele era como um herói para mim.


Voltando às Escrituras, o que o Senhor queria dizer ao afirmar que, até aquele momento, os discípulos não haviam pedido nada em Seu Nome? Será que eles jamais tinham feito um pedido em Nome dEle? Lendo os versículos anteriores, observamos o Mestre falando que, quando Ele os visitasse, o coração de cada um iria alegrar-se. Só então poderiam pedir o que quisessem, e isso lhes seria feito.


O processo de recebimento das bênçãos funciona desta forma: você medita na Palavra de Deus, e Ela lhe salta aos olhos. Então, uma alegria surge em seu coração, e, com ela, vem a certeza de que a dádiva é sua. Nessa hora, tome posse do que lhe foi revelado, siga as instruções divinas, e sua alegria irá cumprir-se.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

É PRECISO TER ACORDO


Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? (Amós 3.3).


Enganam-se os cristãos que não vivem sempre em comunhão com o Senhor, pois quem anda segundo a carne só produz as obras da carne. A nossa luta é espiritual, por isso, precisamos estar revestidos pela Palavra, para termos voz ativa no mundo espiritual (Efésios 6.11). Há assuntos que se resolvem pelo poder da mente e pela nossa capacidade, mas, somente andando com Deus, nós O teremos como o nosso Socorro.


Não entendo como há pessoas que, mesmo tendo aceitado Jesus, não procuram estar em comunhão com Ele. Ir à igreja é um dos melhores atos que se pode praticar, mas fazê-lo sem o propósito de encontrar o Altíssimo é perda de tempo. O sábio busca envolver-se com o Pai (Salmo 105.4), no entanto, quem não abre o coração para Ele vive fora da Sua ação.


Andar sem a direção divina é viver na carne (Romanos 8.8). Isso não significa que a pessoa esteja em pecado – na verdade, ela age segundo a sua natureza. Ora, com o entendimento do homem, jamais conseguiremos descobrir o plano de Deus tampouco executá-lo. O que nos vem à mente fora do Senhor pode vir de nós ou do inimigo – e nada que seja originário do adversário deve ser tolerado.


Uma simples dor ou um pequeno aborrecimento podem ser sinais de uma grande tempestade que está por vir. No entanto, Jesus nos orientou a vigiarmos e orarmos para não entrarmos em tentação (Mateus 26.41). Todas as nossas lutas são espirituais (Efésios 6.12). Então, quando estamos bem com Deus, Ele mesmo nos abre as portas e nos fortalece para fazermos a oração da fé.


Sem o revestimento espiritual que nos é dado pela Palavra de Deus e sem o poder celestial fornecido pelo batismo com o Espírito Santo, a nossa voz é fraca e impotente. Contudo, iluminados pela Palavra e sentindo a presença do Santo Espírito, podemos determinar o que aprendemos ser nosso ou repreender o mal, pois seremos atendidos.


O mundo da mente é vastíssimo, mas limitado, porque aquilo que o nosso entendimento produz tem valor apenas no plano natural. Então, se estivermos sob o ataque do inimigo, só conseguiremos livrar-nos estando revestidos da autoridade divina. Orar sem a unção do Alto é como fazer uma reza “para boi dormir”.


É preciso andar com o Senhor para que Ele seja o nosso Socorro bem presente na hora da tribulação (Salmo 46.1). Mas Ele somente andará conosco se houver mútuo acordo, o qual se dá na atenção que damos ao que Ele nos fala pela Sua Palavra.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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domingo, 13 de setembro de 2009

FRUTOS NA VELHICE


Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes, para anunciarem que o SENHOR é reto; ele é a minha rocha, e nele não há injustiça (Salmo 92.14,15).


Quantas pessoas morrem antes mesmo de chegar à velhice? Quantas deixam de dar frutos quando ainda são jovens? Os que servem ao Senhor não serão, na velhice, um problema para a família; pelo contrário, poderão contribuir ainda para o bem da sociedade e do Reino. Os idosos têm uma bênção grande à espera deles: anunciar, com palavras e pelo modo como vivem, que o Senhor é reto.


Deus não planejou que as pessoas morressem sem atingir a velhice. No entanto, Ele admoesta, em várias partes das Escrituras, acerca de coisas que, se aceitas, podem abreviar a “partida” de muita gente. Uma dessas advertências divinas é honrar pai e mãe (Êxodo 20.12). Quem não respeita os pais provoca o abreviamento de sua vida. Por analogia, podemos dizer que a pessoa que não honra aquele que o levou ao Evangelho e à igreja – o qual faz o papel de mãe ou pai espiritual – não vai longe também.


A promessa do Altíssimo é que os justos dêem frutos em idade avançada. No entanto, há jovens que não produzem nada para o Reino de Deus. Que contraste! Aquele que não vê problema em desobedecer à regra celestial e encontra razão para seu pecado já demonstra esterilidade desde a mocidade. Vale a pena ser praticante da justiça!


Os servos do Pai celestial jamais serão um estorvo para a sociedade e sua família. Mesmo estando avançados em dias, sabem que devem cumprir o Ide do Senhor, dar bom testemunho a todos e ser “viçosos” na fé. Eles são comparados aos que estão totalmente engajados na obediência ao chamado divino.


Os mais vividos, os quais têm o temor do Senhor, não deixam afrouxar seu zelo pelo que é direito; eles brilham, resplandecem na fé. Com eles dá prazer falar. Esses irmãos anunciam a Verdade tanto por meio de palavras quanto pelo procedimento, e, ao observarmos as atitudes deles, confirmamos que o nosso Deus é reto e faz tudo com sabedoria.


O salmista, ao entender isso, tomou uma posição e declarou que o Santo de Israel seria a sua Rocha. No Senhor, Davi iria estabelecer-se. Esse é o segredo para vivermos muitos dias e, até o último momento, não deixarmos de cumprir a vontade e os planos do Criador.


Deus deve ser a nossa Rocha sempre (Sl 18.2). Logo, se você conhece alguém que serviu ao Senhor, e os seus últimos dias foram difíceis, não abra a boca para culpar Deus, pois nEle não há injustiça.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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sábado, 12 de setembro de 2009

QUE ESPÍRITO HABITA O SEU CORAÇÃO?


Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação (2 Timóteo 1.7).


O cristão que vive com medo – temendo que alguma coisa ruim lhe aconteça – e não tem coragem de assumir seu lugar em Cristo precisa tomar juízo e orar para que seja liberto desse espírito que não é de Deus, mas do inferno. Os filhos do Senhor não devem aceitar nada do inimigo, tampouco algum espírito. Fazer o cristão ficar temeroso é uma das estratégias de Satanás. Foi isso que aconteceu com Jó, o qual, embora parecesse não ter defeito algum, no fundo de sua alma, temia que o Senhor não fosse suficientemente forte para guardá-lo. Então, por isso, catástrofes atingiram a vida dele e a de sua família, causando-lhes um prejuízo muito grande.


Muitas vezes, um rapaz e uma moça, ainda solteiros e sem se conhecerem um ao outro, deixam o adversário preparado para entrar na vida deles e destruir o que, futuramente, poderia tornar-se um casamento feliz. Ao ouvir falar de alguém que foi infiel ao cônjuge, eles declaram no coração ou em voz alta que, se isso ocorresse com eles quando se casassem, não perdoariam e se separariam. Com essa declaração, velada ou aberta, sem perceber, eles dão abertura para que o diabo faça neles sua obra infeliz.


Se Deus não nos deu o espírito de medo, por que, então, recebê-lo? Por que viver desesperado, achando que não é possível pagar as contas ou se livrar de alguma ameaça do maligno? Se você serve ao Altíssimo e é fiel nos dízimos e nas ofertas, é cumpridor dos mandamentos e vive de acordo com a Palavra dEle, creia. O Todo-Poderoso prometeu abrir as janelas dos Céus e derramar bênçãos sem medida (Malaquias 3.10). Se Ele não cumprisse Sua promessa, você até poderia colocá-lO à prova, mas a Palavra declara que Deus não é homem para mentir (Números 23.19a).


O Senhor lhe concedeu unção de poder para vencer. Quem tem essa manifestação divina não pode recusar os desafios que lhe são apresentados nem orar desesperado como se estivesse abandonado. A unção da fortaleza que habita o seu coração lhe dá condições para ser vitorioso sobre toda provação que deseja envergonhá-lo e fazê-lo sofrer. Essa unção é também de amor. Com ela, você vence qualquer ódio, mentira, calúnia, enfim, todo ataque maligno. É, também, unção de moderação. Isso significa que você não tem de se afligir e, por exemplo, vender a casa ou qualquer outro bem por causa do desespero. A moderação lhe dá calma para refletir e orar em meio à tempestade (Filipenses 4.5 – ARA).


Nunca devemos aceitar o espírito de medo, pois o Senhor nos deu o espírito de fortaleza, de amor e moderação, por meio do qual estamos capacitados a enfrentar qualquer batalha.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

NÃO QUEIRA O ESPÍRITO DO MUNDO


Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus (1 Coríntios 2.12).


Receber o Espírito de Deus foi a melhor coisa que nos podia acontecer. No entanto, há pessoas que estão recebendo o espírito do mundo. Para essas, o que interessa são os prazeres da carne, a satisfação das paixões e a busca desenfreada por dinheiro, bens e segurança. Quem recebe o Espírito do Senhor ganha condições de conhecer o que lhe é dado gratuitamente pelo Altíssimo, pois Ele não cobra nada. A Palavra deixa bem claro que nos é dado gratuitamente, para que os menos avisados não caiam no conto de que precisam dar algo para receber os benefícios divinos.


Todo aquele que nasce na família divina necessita do Espírito de Deus, e Jesus é o Batizante. Ao ser batizado com o Espírito Santo, o cristão entra em uma atmosfera espiritual que nem julgava existir e passa a ter dentro de si o próprio Espírito do Senhor. Com esse revestimento, ele se fortalece, e as angústias, tristezas, mágoas e os demais sofrimentos da alma desaparecem. Por outro lado, sem ele, o crente torna-se fraco.


O espírito do mundo não é apenas uma maneira de falar sobre quem vive na carne. Ele é real, e quem é possuído por ele vive apegado a tudo o que diz respeito a essa vida. Ele usa o ser humano do modo como deseja: uns ficam presos na bebedeira; outros são levados a trapacear, e há ainda aqueles que se envolvem em vícios e prostituição.


Os dominados pelo espírito do mundo se interessam pelas coisas imundas da vida. Por exemplo, a intimidade conjugal – criada pelo Senhor com propósitos específicos de reprodução, alívio mental e satisfação espiritual – é tratada de forma grotesca e imoral. A pessoa possuída pelo espírito mundano só pensa no erro, e quem passa pelo seu caminho é visto como um objeto para suprir seus desejos. Além disso, ela só quer saber de acumular bens, desfrutar do luxo e realizar-se em tudo.


Já os que são cheios do Espírito de Deus pensam como o Senhor. Eles se condoem com a destruição moral que os outros estão sofrendo e oram pelos perdidos e oprimidos, esforçando-se para que os pecadores caiam no abrigo de Jesus, o bom Pastor. A pessoa que tem sobre sua vida o Espírito de Deus possui condições de conhecer o que lhe é dado gratuitamente pelo Pai.


Os possuídos pelo espírito mundano acreditam que têm de fazer por onde, para que a mão do Altíssimo opere em seu favor. Mas, quando aprendem que Jesus já fez tudo e só precisam crer, mudam de atitude e passam a desfrutar do que nos foi concedido de graça pelo Filho de Deus.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

NÃO QUEIRA ESTA ENTREGA


Pelo que eu os entreguei aos desejos do seu coração, e andaram segundo os seus próprios conselhos (Salmo 81.12).


O Espírito de Deus não ficará contendendo para sempre com o homem (Gênesis 6.3). Quando Ele Se cansa, entrega a pessoa ao desejo do seu coração, e, então, ela deixa de ser guiada pelo Senhor e de ser repreendida quando erra, passando, assim, a andar segundo os próprios conselhos. Pobre dessa alma, pois sofrerá muitas agruras que teriam sido evitadas se tivesse dado ouvidos ao Único que vê e sabe tudo.


O Altíssimo ficou cansado com o fato de Israel não querer ouvi-lO. Dura pena esse povo sofreu, mas seu futuro poderia ter sido brilhante. Hoje, se os servos do Senhor continuarem dando atenção aos autodenominados “profetas”, terão de provar o mesmo que os israelitas provaram: a entrega aos desejos do seu coração.


Não há nada mais perigoso do que alguém atender às próprias vontades. Quando essas vêm do Pai, em razão de a pessoa ter dado ouvidos à Palavra dEle, tudo é mais fácil, pois os anseios que surgem por se fazer a vontade divina têm no Senhor o seu Cumpridor. No entanto, quando o homem não ouve a bendita voz dos céus, não cumpre o que lhe é dito e, consequentemente, o Todo-Poderoso o abandona à sua teimosia. O que resta é confusão, sofrimento e muita lágrima. Além disso, o diabo, que o enganou, ajuda-o a dar mais cabeçadas. O homem natural não tem condições de saber coisa alguma do mundo espiritual (1 Coríntios 2.14). Ele tem olhos, mas não vê; tem ouvidos, mas não ouve, e sua mente não consegue entender o que se passa além de uma parede. Então, andando guiado pelo que acha ser certo e fazendo a vontade da carne ou de alguém mais, ele cairá na cova, como quando um cego se propõe a guiar outro cego (Efésios 2.1-3; Lucas 6.39).


A luz brilha sempre que se lê ou se ouve a Palavra. Essa iluminação é a direção que Deus dá.


Entretanto, quando, por repetidas vezes, alguém fecha o coração para o que Ele lhe está mostrando, o tombo é certo e inevitável (Provérbio 29.1). Israel não quis ouvir; estava decidido a fazer o que bem desejasse e queria independência do seu Libertador. Como resultado, pagou um preço por demais alto.


Não são poucos os que compram, vendem, casam-se, viajam e tomam as mais diversas decisões sem consultar Aquele que só sabe fazer o bem. Depois, quando descobrem que agiram de forma errada, ainda culpam o Altíssimo por não os ter impedido de tropeçar. Porém, quem faz o que quer – ou quem não dá a devida atenção ao Mestre – vai tropeçar e cair, pois não há quem consiga vencer sem a ajuda do Senhor.


Em Cristo, como amor,


R. R. Soares


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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

VELE PELA SUA FONTE DE RENDA


Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre o gado (Provérbios 27.23).


Viver de modo irresponsável traz maus resultados. Por exemplo, uma das consequências do descuido é a possibilidade de sua fonte de renda secar. Sempre há algo que precisa ser feito para que seu suprimento não sofra uma quebra. Quando você põe o coração sobre o “gado” – seus bens –, descobre falhas que, se continuarem, dar-lhe-ão prejuízos. Por isso, por mais garantida que pareça ser a origem dos seus recursos, um pouco de aperfeiçoamento ajudará bastante. O Senhor quer a sua prosperidade, e não a sua derrocada (Salmo 1.3).


A vida conjugal, como uma plantação, precisa ser cultivada. No entanto, muitos casamentos acabam em divórcio porque o cônjuge é deixado de lado. Ter uma pessoa para apenas satisfazer suas necessidades é um erro. Quando começam surgir as “ervas daninhas”, os pensamentos errados, os desejos pecaminosos e o esfriamento conjugal, então, é hora de arrancar esses “matos” para que a “planta” não sofra danos. Mas o irresponsável não vigia, e maus resultados lhe sobrevêm, por causa de seu abandono.


O mesmo pode ocorrer com sua vida financeira. Como andam as suas “ovelhas” – sua fonte de renda? Elas lhe dão lã, carne e também filhotes? Ser gentil para com todos é o mínimo que precisamos fazer. No entanto, com as ovelhas precisamos ser mais do que isso. É necessário vermos o estado delas e se o que recebem de nós garante a continuidade do negócio. Não deixe que haja uma ruptura ou que seque a fonte de onde você tira o seu sustento. Examine o rebanho todo, medite sobre o que deve ser melhorado, as instalações de seu empreendimento, a aparência de seus empregados e a maneira como seus clientes são atendidos. Se houver falhas, você mesmo será o prejudicado e terá de pagar a conta.


Neste mundo, tudo está em transformação. Algumas coisas, no entanto, estão mudando mais rápido do que se imagina. Por isso, não confie no entendimento que você tem da sua fonte de renda, mas estude, ore e busque a sabedoria do Alto. Com a ajuda do Senhor, você resolverá antecipadamente muitos problemas que lhe tirariam a paz.


Ao nos dar o conselho acima, o Senhor mostra que deseja a nossa prosperidade. Quem busca recebe, e quem aplica o que lhe é ensinado, sem dúvida, irá tornar-se um vencedor. Lembre-se de que Deus é o seu Sócio em todo empreendimento, pois a décima parte é dEle. Ninguém tem o direito de diminuir o que pertence ao Pai, afinal, Ele destinou o dízimo para a manutenção da Sua obra. Sem dúvida, Ele dará toda a assistência para quem nEle coloca a confiança e Lhe obedece.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

PRIMEIRO VEM DELE


Nós o amamos porque ele nos amou primeiro (1 João 4.19).


Se Deus não nos tivesse amado primeiro, nunca O amaríamos, pois tudo o que fazemos para Ele precisa ter Sua ajuda e iniciativa. O homem não tem em si nada que o recomende ao Senhor ou que produza algo agradável a Ele (Romanos 3.10-12). Sem a assistência do Espírito Santo, nós nos igualamos a um praticante de qualquer religião. Somente a oração da fé recebe resposta dos Céus, pois ela é feita sob a inspiração da Palavra e do Santo Espírito. Então, é preciso buscar e receber de Deus para, depois, fazer algo que Lhe agrade.



Não fomos nós que, primeiro, tivemos a iniciativa de buscar o Todo-Poderoso e servir-Lhe. Ele nos seguiu e, com sabedoria, abriu os nossos olhos. Na verdade, até mesmo chamar Deus de Senhor não é possível se a pessoa não estiver sob unção (Mateus 7.21). Não só o temor que enche o nosso coração em relação aos assuntos divinos prova que o Altíssimo está atuando em nossa vida, como também a falta de respeito pelo que é de Deus mostra que a pessoa não O conhece nem Lhe serve.



Tudo vem de Deus e foi criado para Ele (Colossenses 1.16). Logo, sem a Sua ajuda, ninguém sequer sente desejo de procurá-lO (Filipenses 2.13). O obreiro sábio busca a participação dos Céus em tudo aquilo que realiza, e a congregação sabe quando o pastor está falando por experiência – de si mesmo – ou quando está com a unção divina sobre sua vida. As palavras que vêm do Pai nos emocionam, tocam o coração e nos fazem um bem muito grande. Só com a mão dEle conseguimos fazer algo que Lhe satisfaz.



É declarado no Livro Santo que, de nós mesmos, não temos nada que nos faça agradáveis a Deus. Por mais bem-intencionado que alguém esteja, não conseguirá ter seu louvor e testemunho aceitos pelo Senhor. O rei Davi dizia que o louvor que ele prestava ao Altíssimo vinha do próprio Deus na grande congregação (Salmo 22.25). Por outro lado, se o Senhor estiver usando-nos, podemos ter certeza de que faremos proezas.



Agradar ao Senhor significa abrir o caminho para Ele operar. Porém, praticantes de todas as religiões, em seu esforço para agradar a Deus, inventam rituais, orações, penitências e sacrifícios. Alguns chegam a fazer coisas absurdas, mas nada disso adianta. No Evangelho, também há muitas pessoas inventando vários artifícios para serem ouvidas por Deus, mas elas não conseguem obter êxito. Porém, com a ajuda dos Céus, um pequeno ato já faz com que o Pai Se maravilhe, e Ele retribui com Seu agir.



A oração que traz resposta é a que é feita sobre o que a fé fala ao nosso coração, e, por ser feita pela inspiração da Palavra e do Santo Espírito, produz os resultados desejados.



Em Cristo, com amor,



R. R. Soares


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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

COMO AS PESSOAS O ENXERGAM


Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta (João 4.19).


Como é bom quando as pessoas veem em nós a unção divina. A sunamita reconheceu que Eliseu era um homem de Deus pelo seu procedimento (2 Reis 4.8-10). Que tipo de pessoa os outros veem em você? Você se preocupa com o que veste, o que fala, com o seu olhar, sua aparência, enfim, tudo a seu respeito?


Quando damos algo ao Pai, Ele nos retorna com uma medida muito maior. Quem dá do seu tempo ao Senhor, dos seus bens, da sua sabedoria e de tudo pode reivindicar um retorno multiplicado. DEle ninguém zomba, pois tudo o que o homem semear, isso ceifará (Gálatas 6.7). Dar ao Altíssimo o melhor é plantar para colher o que existe de mais precioso, e muitas vezes mais.


Eliseu tinha a postura de alguém comprometido com a obra do Senhor, por isso, deu bom testemunho e demonstrou ter o amor de Deus. Consequentemente, a maior recompensa que o profeta teve não foi o quarto, construído especialmente para ele, nem o comentário que aquela senhora fez ao marido de que Eliseu era verdadeiramente um servo do Altíssimo, mas aquilo que lhe está preparado e receberá no grande Dia das mãos do único e verdadeiro Juiz.


Qual será a recompensa de quem se deixou ser visto como alguém comprometido com o pecado? Se as suas roupas causam escândalo, coitado de você! O Senhor Jesus, pela Sua Palavra, adverte-nos: E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos (Lucas 17.1,2). É claro que o suicídio é algo que ninguém deve cometer, pois a ordem: Não matarás (Êxodo 20.13) refere-se também a quem se mata. Mas aquele que faz desviar um pequenino discípulo do Mestre comete o pior dos erros.


Quando você fecha um negócio, o que a outra parte diz a seu respeito? Quem vende tem o direito de obter lucro, pois esse é o seu salário pelo trabalho despendido. Contudo, enganar, lesando outrem, é algo que as pessoas de bem nunca devem fazer. Se alguém o vê como um espertinho, muito cuidado! O Todo-Poderoso vê melhor que as demais pessoas.


Era meio-dia, e as mulheres de má fama iam buscar água na fonte de Jacó (João 4.6-15). Se fosse um desses irresponsáveis obreiros da iniquidade, o que teria dito aquela senhora a respeito do Mestre? No entanto, Jesus levou-a ao entendimento espiritual correto, e ela confessou que O via como profeta. Cuidado com a opinião dos outros. Nós somos as cartas vivas de Cristo, as quais devem ser lidas por todos (2 Coríntios 3.1-5).


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares


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domingo, 6 de setembro de 2009

ASSUMA SEU LUGAR NO CONCERTO


Quanto a mim, este é o meu concerto com eles, diz o SENHOR: o meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca, nem da boca da tua posteridade, nem da boca da posteridade da tua posteridade, diz o SENHOR, desde agora e para todo o sempre (Isaías 59.21).


Aleluia! Deus fez uma Aliança conosco. Ele prometeu que Seu Espírito e Suas palavras não se desviariam da nossa boca nem da dos nossos descendentes. A parte dEle nesse Pacto foi feita quando enviou Seu Filho para morrer em nosso lugar. Compete a cada um de nós assumirmos nosso lugar no Concerto e crermos no fato de que tanto o Espírito de Deus quanto Suas palavras operarão em nosso favor.


Uma Aliança é um pacto entre duas ou mais pessoas e não deve ser descumprida por nenhuma das partes. Por isso, devemos examinar bem o que o Senhor declara sobre a Aliança que Ele firmou conosco, a qual foi realizada no sangue do Seu Filho e não pode ser revogada. O Senhor, por certo, não deixará de honrar Suas promessas feitas no Acordo. De nossa parte, também temos de honrar o que nos cabe fazer.


Neste Concerto, tanto o Espírito Santo quanto Suas palavras seriam colocadas em nossa boca. A nossa linguagem, então, deve ser a de verdadeiros vencedores, pois o Espírito do Senhor nos dá a capacidade para os combates espirituais, e Sua Palavra nos ensina o que e como fazer. Tendo esses dois elementos divinos, do que mais precisamos? Somente crer, assumindo a nossa parte, pois essa promessa é rica e abençoadora.



Ele disse que Seu Espírito e Suas palavras estariam sobre nós e não se desviariam da nossa boca nem da dos nossos descendentes. Isso significa que podemos pronunciar as bênçãos, e elas virão.


Nas reuniões que dirijo pelo mundo afora, tenho lutado para tirar as pessoas da religiosidade estúpida em que foram colocadas. Ela faz com que o povo de Deus passe a praticar coisas absurdas em sua vã maneira de tentar agradar ao Senhor. Mas isso não é nem nunca foi necessário. Temos de voltar à Bíblia e fazer como fizeram os nossos irmãos do passado e como o Senhor Jesus ensinou.


O que falta para o Todo-Poderoso cumprir Sua parte no Pacto? Nada! Ao enviar Seu Filho para morrer em nosso lugar, Ele cumpriu o que prometeu. Agora, quando assumimos a nossa posição no Concerto e reivindicamos as bênçãos em Nome de Jesus, Ele faz firme Sua parte. Crendo no que o Senhor falou, abra a sua boca e pronuncie cura para as enfermidades e solução para os problemas.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

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sábado, 5 de setembro de 2009

RECEBEMOS EM DOBRO: Fé em Cristo


Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também hoje vos anuncio que vos recompensarei em dobro (Zacarias 9.12).


A vinda de Jesus ao mundo foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Ele despojou os principados, acabando com o orgulho e a capacidade deles, deu ao Seu povo a salvação, limpou os pecados do homem, e, agora, convida-o a voltar à fortaleza. É emocionante a leitura desse capítulo do livro de Zacarias, no qual o Senhor promete que a recompensa daqueles que O procurarem será em dobro. Isso mesmo! O homem receberá duas vezes mais o que perdeu com a queda de Adão. A obra que o Senhor fez com Jó tipifica o que Ele fará conosco. Perdemos tudo com o primeiro Adão, mas ganhamos o dobro com o Segundo (Romanos 5.19; 1 Coríntios 15.45).


Quem não pesquisa nas Escrituras sobre o que ganhamos com o nascimento do Filho de Deus em Belém de Judá fica desinformado das coisas que já lhe pertencem. A salvação de nossa alma é a maior obra, porém, outras tantas foram realizadas para nos enriquecer. Verdadeiramente, a vida abundante é realidade em todos os sentidos.


O diabo usurpou o poder que havia sido conferido à humanidade, e a operação do ser humano ficou reduzida ao mundo material. Então, os príncipes infernais se assentaram na nossa autoridade como os tais e, assim, reinaram até a morte e a ressurreição do Senhor. Mas, ao sair do túmulo, o nosso Salvador deixou Satanás e todos os seus demônios eternamente derrotados e vencidos, sendo despojados de toda a sua capacidade.


Quando o Mestre ressuscitou, a nossa sorte foi resgatada (Salmo 126.1 – ARA). Nós a havíamos perdido na queda de Adão, mas, agora, salvos por Cristo e limpos dos pecados, tudo mudou. Zacarias foi usado para nos convidar a voltar à fortaleza. Não somos mais fracos, mas podemos dizer que somos fortes, pois habitamos na fortaleza do Altíssimo.


O profeta descreve, nos versículos anteriores, um pouco do que o Senhor fez com aqueles que oprimiam Seu povo, e as nações citadas são símbolos dos poderes infernais os quais foram destronados.


Assim como o Senhor Deus fez com Jó – tipo do homem arrasado após a queda, porque ficou na mão do inimigo, o qual tocou nele como quis –, Ele também nos devolverá em dobro o que nos foi tirado pela entrada do maligno em nossa vida. O que perdemos na queda recuperamos em porção dobrada com a vitória de Jesus Cristo.


Não há por que ficar chorando com a desgraça ocorrida, pois, no Paraíso, há o dobro à nossa espera, uma vez que, com o segundo Adão, recebemos duas vezes mais o que perdemos com o primeiro.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

VALOROSO, PORÉM LEPROSO


“E Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor e de muito respeito; porque por ele o SENHOR dera livramento aos siros; e era este varão homem valoroso, porém leproso” (2 Reis 5.1).


De que adiantava a fama de Naamã, se ele se tornou leproso? O mal não escolhe recair sobre uma ou outra pessoa. Haja vista como aquele chefe do exército sírio, mesmo tendo sido usado por Deus para dar livramento ao seu povo, foi atingido pelo inimigo. É isso o que acontece com quem não tem fé ou não a põe em prática: mesmo que seja um varão valoroso, acaba dobrando-se diante das investidas do inferno.


Muita gente não pode desfrutar da fama que possui, por ter um senão. De que adianta, por exemplo, uma pessoa ser rica, se seu coração a acusa de ter enriquecido desonestamente? Quantos juízes são capazes de sentenciar bandidos à prisão e, ainda assim, fazerem o que eles fizeram? Não sabem que haverá um dia em que estarão sentados diante do justo e verdadeiro Juiz? (Romanos 2.1-5). O Senhor não julga pela aparência nem Se deixa intimidar, e Seus olhos são como chamas de fogo (1 Samuel 16.7; Gálatas 6.7; Apocalipse 1.14). Então, quando Ele olhar para nós, confessaremos até mesmo as intenções do coração.


De nada vale ser considerado como o tal, se você tem algum porém. O melhor é estar sempre alerta, porque Satanás é astuto e tenta todos os seres humanos. Se o diabo teve a petulância de fazer propostas indecorosas ao Senhor Jesus (Lucas 4.1-13), o que ele não irá propor a você?


Quantas pessoas voltariam atrás e evitariam o pecado que cometeram se fosse possível! Elas chegaram a ter a assistência do Espírito Santo, que as incomodou, fazendo-as tremer e mostrando-lhes que aquele caminho era de morte, mas, mesmo assim, não deram ouvidos a Ele; hoje, abandonadas, choram o mal que fizeram. É verdade que o inimigo não respeita lares, carreiras, posições, regras religiosas nem bons pensamentos, mas sabemos também que ele não pode resistir a quem usa o Nome do Senhor e repreende o mal (Tiago 4.7).


O que ocorreu com Naamã é um exemplo de que não basta sermos usados pelo Senhor para ficarmos livres dos ataques malignos. O Altíssimo queria preservar os sírios, e o usou. Mesmo homens de Deus, se não vigiarem, poderão cair em pecado. Muitos já o fizeram, mas alguns confessaram e deixaram o mau caminho. Outros, entretanto, tentam esconder-se na própria sombra. Porém, mais cedo ou mais tarde, serão apanhados. Para que isso não ocorra conosco, devemos cuidar a fim de que não caiamos no erro (1 Coríntios 10.12).


Temos de usar sempre a fé. Um breve pensamento errado, se não for repreendido e abandonado, poderá levar guerreiros do Senhor ao precipício. Sem a roupagem que a Palavra de Deus nos dá (Efésios 6.13-17), ficamos vulneráveis às investidas do diabo – e a punição pelo pecado é a morte, a natureza de Satanás (Romanos 6.23). Por isso, meu irmão, fuja das tentações e não brinque com fogo! Ao menor sinal do adversário, peça ao Pai que o livre, pois, assim como o sírio Naamã recebeu a cura, sua vitória também está garantida pelo Todo-Poderoso.


Em Cristo, com amor,


R. R. Soares



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